terça-feira, 24 de maio de 2016

Alerta para pais e educadores: Não perca a grande oportunidade que toda esta corrupção, mentiras e trapaças que nos cercam estão oferecendo para reforçar as grandes virtudes, os valores morais e éticos com filhos e alunos

Você,assim como eu, sonha com uma sociedade mais ética, justa, respeitosa não é mesmo? Você também aspira que seus filhos se tornem cidadãos do bem, críticos, capazes de transformar o mundo, certo? Pois então, o cenário político brasileiro que está escancarado diante de você é uma grande oportunidade de fortalecer os ensinamentos das grandes virtudes, dos valores éticos e morais. Não deixe passar a oportunidade para uma conversa aberta e franca sobre toda esta corrupção,mentiras e trapaças que de tão frequente e corriqueira, pode parecer normal. Segue abaixo um excelente artigo da psicóloga e consultora em educação Rosely Sayão, http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/,publicado no Jornal Folha de São Paulo em 26/04/2016, para sua reflexão:


"Desde que a imprensa passou a publicar toda a crise política de nosso país e que as primeiras manifestações populares relacionadas a essa crise ganharam os espaços públicos reais e virtuais, e, portanto, visibilidade, os educadores - familiares e escolares - ficaram em apuros. Como ensinar ao filho que é importante que ele seja honesto, quando ele ouve ou lê, todo santo dia, relatos de acusação ou de suspeita de desonestidade de políticos, empresários, funcionários de empresas, etc.?
Como passar ao filho a importância do respeito ao outro, quando ele testemunha, pela imprensa e pela internet, o desrespeito que temos tido com as opiniões diferentes das nossas? Está difícil, bem difícil, mas é bom saber que, mesmo sendo uma tarefa árdua, é possível educar bem os mais novos, mesmo nesse contexto tão adverso. E exemplifico com o relato que uma mãe me encaminhou da conversa dela com o filho, de pouco mais de dez anos.

Ela contou que o menino disse a ela que roubar até que poderia ser bom, já que quem rouba fica rico. Ela assustou-se com a observação - na verdade, desesperou-se -, já que se empenha de corpo e alma na formação ética e moral dos filhos. Mas conseguiu se sair muito bem! Essa mãe disse ao garoto que ser rico não é a coisa que ela considera importante na vida dos filhos, nem ter sucesso ou fama. Lembrou a ele que ela fazia de tudo para que os filhos aprendessem a ser pessoas que jamais prejudicariam outras, e que soubessem o valor da honestidade, do respeito e da generosidade.
Ao final da conversa, ela ficou emocionada ao ouvir o filho dizer que era por isso que ele a amava tanto. Eu também me emocionei ao ler a mensagem.

Vivemos em uma sociedade individualista já faz tempo. Isso significa, muitas vezes, ensinar aos mais novos que seus pares são, em muitas situações, uma ameaça, um perigo. Há escolas que, em datas próximas a vestibulares, Enem e outros exames, passam aos alunos a ideia de que eles terão de "derrubar" um determinado número de colegas para ter o seu lugar garantido. Não há nada de bom nesse ensinamento."Mas não é essa a realidade em que vivemos?", você pode me perguntar, caro leitor. Sim, é. Mas podemos escolher fazer parte dela ou sermos críticos em relação a diversas facetas dessa sociedade, considerando que nossos filhos poderão ajudar a transformar o contexto cultural, quando se tornarem adultos.

Foi na década de 1960 que muitos jovens aderiram à contracultura, um movimento que contestava e reagia aos valores dominantes da época. Mas hoje fazemos de tudo para que nossos filhos aceitem passivamente os valores que nossa sociedade prioriza. Não é à toa que a frase que eles mais usam para convencer os pais quando querem que eles permitam algo é "Todo mundo tem, faz, vai, etc.". Eles já sentiram que os pais valorizam a cultura dominante, não é?

Não precisamos nem devemos doutrinar filhos e alunos para que assumam a nossa posição! Precisamos e devemos formá-los cidadãos conscientes, livres, críticos pelo conhecimento, para que, quando chegarem à maturidade, façam suas escolhas criticamente formados.Educar para que os mais novos se tornem pessoas e cidadãos de bem pode estar difícil, mas não é uma missão impossível se priorizarmos os ensinamentos das grandes virtudes, da moral e da ética."

Ana Lúcia Machado


sábado, 7 de maio de 2016

10 livros para entender o método da Pedagogia Waldorf e muitas razões pela qual reconheço que atingi meu objetivo



Há muito tempo que não me expresso aqui neste blog, que foi criado para divulgar o livro "Clarear - A Pedagogia Waldorf em debate", e estimular a reflexão sobre a prática desta metodologia nas escolas Waldorf. Reconheço que este espaço cumpriu seu propósito. Este blog deu voz a muitos pais, professores, alunos e ex-alunos que quiseram compartilhar suas histórias, dúvidas e angústias. A discussão provocada pelo livro impulsionou algumas iniciativas, entre elas uma grande pesquisa promovida pela REWA - Reflexão sobre a Pedagogia Waldorf no Brasil que levantou muitos pontos a serem revistos pela comunidade. Fui chamada em vários momentos pela liderança deste movimento de renovação a participar de discussões, indicar pessoas para serem entrevistadas, etc...

O ano passado fui surpreendida ao fazer uma pesquisa na internet e descobrir que o livro CLAREAR foi selecionado entre 10 livros que ajudam a entender o método da Pedagogia Waldorf, pelo site Net Educação (http://neteducacao.com.br/noticias/home/pedagogia-waldorf-10-livros-para-entender-este-metodo-de-ensino). Como autora do livro, seminarista que fui no curso de formação de professores desta pedagogia e principalmente como mãe de duas crianças que estudaram nessa escola, saber que esta publicação alcançou este patamar de relevância me causa satisfação. Toda iniciativa é suscetível de críticas, aceitação e rejeição. E considerando todo o processo desde a publicação do livro, tenho a certeza que o mesmo cumpriu seu papel e tornou-se uma referência na área educacional.

Hoje meu filho mais velho, protagonista de uma das histórias do livro, está cursando Economia na USP, e percebo que nossa escolha pela mudança de linha pedagógica, foi uma decisão acertada. Cada ser tem necessidades individuais que precisam ser respeitadas, uma escola que é excelente para muitos, pode não ser a melhor para seu filho. Cabe a nós pais, estarmos atentos o tempo todo aos sinais que nossos filhos nos dão e termos a abertura para mudanças de percurso. Aproveito para mais uma vez agradecer aos pais que tornaram pública as histórias de seus filhos e também ao querido Professor Ruy César do Espírito Santo, educador de corpo e alma que acolheu calorosamente meu projeto e prefaciou o livro.

Para finalizar quero contar que brevemente darei início a um novo projeto que será compartilhado aqui, e na ocasião do lançamento você será meu convidado para seguir comigo um novo caminho. Se você desejar receber as informações em primeiríssima mão sobre meu novo projeto envie uma mensagem para: analucianaturalarte@yahoo.com.br

Gratidão e carinho
Ana Lúcia Machado

terça-feira, 23 de abril de 2013

COMO FAZER DO MEU FILHO UM FUTURO LEITOR?


Uma das lembranças preciosas da infância que guardo no coração é quando eu sentava no colo de minha mãe e ela lia histórias para mim. Adorava esse momento! Lembro me da história “A casa que Pedro fez”, os chamados contos acumulativos. Pedia para ela repetir, duas, três vezes. Sabe aquela frase conhecida da criança: “de novo”?  Quem tem filhos, sobrinhos, netos, alunos pequenos, sabe o que eu estou dizendo. As crianças não se cansam das histórias. As histórias são alimento para a alma infantil e para a nossa também.

Amo os livros, as palavras! Saboreio-as como a um bom prato. Umas são picantes, outras  suaves. Algumas calam fundo e ficam lá dentro da gente, ressoando por muito tempo. Algumas são extremamente sonoras e sinto prazer ao pronunciá-las, são melodiosas como uma canção.  

Certos livros às vezes me despem, deixam minha alma nua. Revelam o mais íntimo do meu ser e chego a perguntar como não fui eu que escrevi tais palavras? Mário Quintana declarou que “Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente e não a gente a ele”.

A leitura é aventura, diversão, é estímulo para a imaginação. Ler nos alimenta, traz alento, consolo, auto conhecimento. Leio na sala de espera do dentista, na fila do banco, no trânsito, no cabeleireiro. Na cabeceira da cama tenho vários títulos, ora leio poesia, ora um romance.

Ler é transformador e libertador. A história do ex-presidiário Luiz Alberto Mendes é surpreendente. Ele passou mais de 30 anos encarcerado. Foi na prisão que descobriu o prazer pela leitura e isso mudou toda a sua história. Ele relata que lia dentro da cela lotada, com todas as condições desfavoráveis para qualquer tipo de atividade produtiva. De leitor, passou a autor. Escreveu e publicou seu primeiro livro “Memórias de um sobrevivente”. É hoje um homem livre. Vale a pena conhecer a história desse guerreiro.

Li muito para meus filhos quando eram pequeninos. Lia contos de fadas. Os contos de fadas falam em uma linguagem simbólica, universal. Há nos contos de fadas uma riqueza infinita  e não é necessário explicar nada à criança porque  ela assimila e digere de acordo com a necessidade da sua alma.

Às vezes os pais perguntam: quando começar a ler para meu filho? Como fazer do meu filho um futuro leitor? Simplesmente leia. Sinta prazer na leitura e seu filho também sentirá. Ame os livros e ele também amará. Não deixe essa responsabilidade inteiramente nas mãos da escola. Muitas vezes a consciência da importância da leitura chega tarde demais, na época do vestibular, quando o jovem será  obrigado a ler Machado de Assis, Graciliano Ramos, entre outros. Essa história começa em casa:

“Era uma vez um pai e uma mãe que todas as noites contavam uma história para o filho...  
 
E a criança cresceu, aprendeu a ler. Leu seu primeiro livro, depois o segundo e nunca mais parou de ler livros.”

 
Deixo aqui a história que minha mãe contava para mim todas as noites:

Esta é a casa que Pedro fez
 
Este é o trigo
Que está plantado no quintal da casa que Pedro fez
Este é o rato
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Este é o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Este é o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Esta é a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Esta é a moça mal vestida,
Que ordenhou a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez .
Este é o moço todo rasgado,
Noivo da moça toda mal vestida,
Que ordenhou a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Este é o padre de barba feita,
Que casou o moço todo rasgado,
Com aquela moça toda mal vestida,
Que ordenhava a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo,
Que está na casa que Pedro fez.
Este é o galo que cantou de manhã,
Para acordar o padre de barba feita,
Que casou o moço todo rasgado,
Com a moça toda mal vestida,
Que ordenhava a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez.
Este é o fazendeiro que colheu o milho,
Para dar ao galo que cantou de manhã,
Para acordar o padre de barba feita,
Que casou o moço todo rasgado,
Com a moça toda mal vestida,
Que ordenhava a vaca de chifre torto,
Que atacou o cão,
Que espantou o gato,
Que matou o rato,
Que comeu o trigo
Que está na casa que Pedro fez .
 
Abraço fraterno
Ana Lúcia Machado

 

sexta-feira, 15 de março de 2013

BRINCADEIRAS INFANTIS


Sempre tenho  vários livros na minha cabeceira.  Degusto um pouquinho aqui, outro pouquinho ali. Nunca falta a poesia, ora Fernando Pessoa, ora Hilda Hilts, entre outros. Passeio por romances, crônicas, etc.  Acabo de ler  Minha vida de menina” de Helena Morley, pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant (1880-1970). 

Tendo como pano de fundo o Brasil  pós  abolição da escravatura e proclamação da República, Helena narra seu dia-a-dia em sua cidade natal, Diamantina, entre 1893 e 1895. O livro foi publicado pela primeira vez em 1942. Através do diário da adolescente, tomamos conhecimento sobre os costumes da sociedade da época, a estrutura familiar e todo o universo que cerca essa garota, com seus conflitos, temores e sonhos.

Em 2004 o livro foi adaptado para o cinema e dirigido por Helena Solberg. Foi assim que descobri o livro. Fiz o inverso do que estou habituada a fazer: primeiro vi o filme. Gosto de criar as minhas próprias imagens para depois  me expor às imagens construídas por terceiros. Mas isso não vem ao caso.

O que pretendo compartilhar e comentar aqui, é um trecho do livro que me chamou muito a atenção. Certa vez Helena sofreu uma queda de um cavalo e machucou o joelho, o que lhe obrigou a ficar em repouso, presa dentro de casa. Com relação a este episódio, ela tece o seguinte comentário: “Como é horrível ficar presa num rancho, sabendo que há tanta coisa boa para a gente fazer! Quando eu penso que podia estar no córrego pescando ou mesmo atrás das frutas do mato, dos ninhos de passarinho, armando arapuca e tudo...” Ela continua a se lamentar e diz que só voltará  a se sentir feliz quando estiver novamente lá fora.

Passados aproximadamente 117 anos, quanta coisa mudou! Não poderia ser diferente. Mas constatar que hoje a realidade de nossas crianças é completamente oposta, causa-me espanto. Atualmente nossas crianças não sabem mais o que  fazer do lado de fora. Não apenas as crianças que vivem nos grandes centros urbanos. E  mesmo essas, em férias no campo ou na praia, não conseguem explorar todas as possibilidades que o mundo fora de casa  pode proporcionar.

Apesar de morar em São Paulo, vivi minha infância num tempo que ainda era possível brincar na rua. Andávamos de bicicleta, brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, duro ou mole, queimada, etc...tudo na rua.

A crescente violência  aos poucos fez com que levantássemos muros, nos isolássemos. Com o tempo vários fatores modificaram os brinquedos e as brincadeiras infantis. Hoje uma criança que machuque uma perna, não se importará com isso tanto quanto Helena Morley.  A criança de hoje lamentará na mesma proporção que Helena, se ferir seus olhos ou mãos.    

Não se trata de saudosismo, quero apenas destacar a necessidade de equilíbrio entre o dentro e fora. Quero ressaltar também a importância da busca por uma vida mais integrada à natureza.

A tela do pintor holandês Pieter Bruegel (1525-1569)  intitulada “Brincadeiras Infantis” mostra muitas crianças brincando. Rubem Alves, poeta, filósofo brasileiro, diz que já enumerou 60 brincadeiras nesse quadro. A maioria das brincadeiras de Bruegel, são do lado de fora.

Que possamos nos inspirar e brincar!

Abraço fraterno,

Ana Lúcia Machado

 

 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COMO A ESCOLA WALDORF É VISTA

Assim que publiquei o livro Clarear, minha primeira iniciativa foi divulgá-lo junto às escolas, entidades ligadas ao movimento antroposófico e  formadores de opinião dentro desta comunidade. Estive na Federação das Escolas Waldorf, na Comunidade dos Cristãos, no Seminário de Formação de Professores e me reuni com várias pessoas. Em todas estas apresentações entreguei um relatório sugerindo ações importantes para  serem implantadas com vista na renovação do movimento Waldorf no Brasil.

Em uma delas sugeri uma pesquisa de opinião para a avaliação da qualidade das escolas. Essa pesquisa teve início o ano passado, elaborada dentro do projeto Rewa - Reflexão sobre a pedagogia Waldorf no Brasil com o apoio da FEWB - Federação das Escolas Waldorf no Brasil, Associação ABT, Associação Mahle, Associação Software AG.

A pesquisa foi concluída recentemente e o relatório elaborado pelo Instituto Indagou, pode ser acessado neste endereço: http://www.rewa.org.br/pesquisa.htm

A próxima ação será promover um encontro entre pais, professores, gestores, pessoas ligadas ao movimento Waldorf, e demais interessados, com o objetivo de discutir os resultados da pesquisa e propor ações em prol do movimento Waldorf no Brasil.

Trago à todos as propostas que apresentei ao término do livro que foram  elaboradas a partir do meu trabalho de campo durante o processo de escrita de Clarear. Muitas delas aparecem no relatório de conclusão da pesquisa.


PROPOSTAS:
 
.-Criação de uma Ouvidoria, Ombudsgroup. É preciso auscultar a comunidade através de uma atitude de escuta atenta e cuidadosa

-Ouvidoria especial externa para famílias que se desligam da escola. Exemplo: trabalho poderia ser realizado pela FEWB

-Avaliação dos professores por profissional externo/neutro. Quando um professor é avaliado por um colega, o corporativismo se instala

-Transparência na proposta pedagógica

-Transparência e clareza nas regras e combinados para os casos de conflitos para que se reestabeleça uma base de confiança

-Criação de um programa de educação continuada para o corpo docente com o intuito de promover e estimular o trabalho constante de autoconhecimento

-Levantamento de formas diferenciadas de gestão escolar para estabelecimento de uma gestão/liderança que avalie e cobre os resultados. Exemplo: Escola Waldorf of Lexington em Massachusetts – EUA diretor da escola: Robert Schiappacasse

- Realização de pesquisa de avaliação de qualidade das escolas Waldorf englobando: associação das escolas,corpo docente, cursos de formação de professores, pais, alunos do último ano e ex-alunos.

-Avaliação dos cursos de formação de professores

-Inserir de forma concreta a Pedagogia Social no currículo de formação com cumprimento de horas de estágio em projetos sociais

-Criação e implantação de um currículo social no ensino fundamental II e ensino médio

-Criação de um programa de voluntariado e projeto experimental social para os alunos do ensino médio

-Revisão de critérios de contratação de novos professores

-Avaliação de resultados do programa PDAEW
 
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abraço fraterno
Ana Lúcia Machado

 

 

 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Escola Comunitária Jardim do Cajueiro


Tomei conhecimento através da Alessandra que me enviou este vídeo, da existência de mais esta escola Waldorf, na cidade de Barra Grande - BA. Depois de 8 anos a escola está construindo a sua sede. 70% das vagas são de crianças carentes e apadrinhadas. Belíssimo trabalho, parabéns. Nossas crianças necessitam deste alimento anímico/espiritual. Vejam o vídeo. Acessem o site www.jardimdocajueiro.com.br
abraço fraterno
Ana Lúcia Machado

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como você vê a escola Waldorf?

Segue abaixo um convite muito especial para você mãe e pai Waldorf.
É um momento muito importante onde você terá a oportunidade de ser ouvido. Suas percepções contribuirão para a construção de uma escola melhor. Participe.
grata
Ana Lúcia
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Amigos, Muito importante a sua participação!

Quero que saibam que já está disponível a Pesquisa de opinião sobre o Movimento Waldorf no Brasil, que foi elaborada dentro do projeto REWA - Reflexão sobre a pedagogia Waldorf no Brasil. Deste projeto participam a FEWB – Federação das Escolas Waldorf, a Associação ABT, a Associação Mahle e a Associação Software AG.

Assim como os demais membros do grupo organizador da pesquisa, penso que o momento pede uma reflexão sobre como os professores, pais e gestores vêm a escola Waldorf no Brasil e quais os desafios e dificuldades que precisamos trabalhar. Veja, não estamos pesquisando sobre a pedagogia Waldorf, mas sobre a escola Waldorf no aspecto do funcionamento, relações etc.. Enfim, o que está bom e o que precisa ser mudado/aprimorado na escola.
Na elaboração da pesquisa, tivemos a ajuda de um instituto de pesquisa contratado para este trabalho e que também fará a tabulação e os relatórios com as conclusões, cuidando assim das questões estatísticas e da confidencialidade que este tipo de pesquisa requer. Estamos todos ansiosos para conhecer os resultados.
Para participar acesse o endereço www.rewa.org.br. Demora uns 15 minutos para responder o questionário. É necessário cadastrar e validar seu email, mas é um processo rápido e fácil.
A pesquisa de abrangência nacional é aberta a gestores, professores, pais, ex-pais e parentes de alunos, ligados à escola Waldorf no Brasil.
Se quiser, pode convidar outras pessoas ligadas ao movimento para também participarem. Assim você nos ajuda na divulgação da pesquisa.
Grata. Abraços,
Maria Chantal Amarante
Conselheira e Colaboradora do REWA, da Aliança pela Infância e da Associação Sophia de Educação Antroposófica